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| Cantinho da Sandra Santos |
Ola pessoal. Durante esses dias de carnaval tenho estado até muito tarde na internet e lendo, ouvindo, musica, as italianas que amo tanto, tenho procurado traduzi-las praticando, dessa forma, o idioma que adoro falar, encontrei alguns textos musicais que me levaram a pensar sobre a possibilidade de viver um grande amor. E convenhamos: Todos queremos viver um grande amor. Porém existe uma diferença entre querer e estar preparado para isso. Te pergunto: Você está preparado para viver um grande amor? Está de fato aberto à essa possibilidade? A conversa agora é so para as pessoas que não sabem responder a esse “ simples’ questionamento. Pelo menos deveria ser simples, não é? Algumas pessoas tornan-se inseguras, frágeis e até mesmo desesperadas diante de um sentimento que deveria, em tese, ser encarado como o mais natural de todos. Porque a possibilidade de viver um grande amor assusta tanto? Não Sei!!. Porém, covardia, medo e descontrole são algumas das palavras que consigo pensar nessa busca por uma resposta. Covardes por sequer nos permitirmos arriscar. Medo de perder uma felicidade que sequer deixamos entrar em nossas vidas. Descontrole é tudo o que não queremos , mesmo.Por outro lado, queremos e desejamos arriscar a ter uma felicidade que amanhã poderá não estar mais aqui, mas que mesmo assim permitimos que nos envolvesse a ponto de, em algum momento, perder deliciosamente o controle da nossa vidinha tão “ chatamente” controlada por nós mesmos. Observo também que quanto mais o tempo passa, quanto mais velhos nos tornamos, menos nos damos chances para vivê-lo. Mas vivê-lo como está nos nossos segredos mais inconfessáveis .Como se esse sentimento fosse permitido apenas aos mais jovens.Quem decretou isso? Pensa bem. Será que não fomos nós mesmos? Isso que chamam de “ viver um amor maduro” logo me vem a cabeça, duas pessoas sentadas numa monotonia infernal. O cazuza disse numa das suas músicas que “ quer a sorte de um amor tranquilo”. Existem pessoas que vivem esse amor tranqüilo sem a mínima paixão. Dão o nome de amor racional.Não sei você, mas acredito que a maioria quer a sorte de um amor tranqüilo, mas não apenas isso.Quer a sorte de um amor tranqüilo regado a muita paixão e uma dose certa e as vezes cavalar de muita loucura, quer fazer amor, mas também quer trepar com a pessoa amada , quer com ela ( e só com ela) sexo sem compromisso no mais absoluto tesão e perder totalmente o controle.E porque não? Entenda essa falta de controle como simplesmente perder o medo que carregamos, para nos deixar envolver a tal ponto de olharmos para o outro sem nos preocuparmos se amanhã tudo estará do mesmo jeito. Querer queremos . Esta é a parte fácil, mas e você? Está preparado para se permitir tanto?
PS, N/ao tenho intenção de escrever lindamente ou parecer a dona da verdade.Apenas faço questionamentos baseados nas conversas que tenho diariamente e nas minhas observações, inclusive a mim mesma.
Escrito por sandra santos às 00h40
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Oi pessoal. Estamos no período de carnaval. E já notaram que nesse período todos esperam de todos uma alegria ainda que inexistente, uma festa dentro de si mesmo durante todos os dias em que comemoramos a maior festa pagã ? E se alguma pessoa não mantêm visível esses sentimentos, então pensamos imediatamente que há algum problema. Porque estamos sempre esperando das pessoas uma alegria que nem de longe está dentro dela e pior; não aceitamos essas tristezas porque o momento exige total felicidade? Quando, de alguma forma, exigimos esse sentimento de euforia pazzesca estamos sem perceber esperando e talvez exigindo dessa pessoa um sentimento falso, uma alegria aparente. Não parece cruel isso? Nossa alegria e vontade de curtir os bons momentos que nos proporcionamos durante a folia de momo nos faz egoísta demais para muitas vezes tentar entender que não é assim para todos e simplesmente tentar compreender. Talvez porque subconscientemente saibamos que se formos parar para ouvir o que se passa com aquela pessoa, a nossa própria alegria estará ameaçada. Afinal quem quer ser contagiado pelo mal humor ou tristeza de alguém justamente nesse período? Por outro lado, não entendemos quando alguém não gosta do carnaval, ou prefere ouvir Billy Holliday ao invés da bateria da Mangueira? Sejamos pois, pacientes com quem não tem o pique ou mesmo não gosta da folia e tenhamos também compreensão com aqueles que preferem a batucada à um rock de primeira qualidade. Afinal, em frase feita, o que seria do azul se não fosse o amarelo? (!). Apesar das diferenças de gostos musicais ainda será possível nos entendermos no ritmo que agrada a todos: Uma boa risada regada a muita conversa e sentimento de alegria verdadeira em estar na companhia de pessoas que amamos. Ótimo carnaval a todos ao ritmo de sua preferência.
Escrito por sandra santos às 16h45
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